Esse Skol Beats não foi o melhor para mim e nem o pior. Me diverti e a tecnologia não deu vexame (como o som, em 2004), mas não ficará na minha memória como algo especial. Foi e é só isso. Ponto.
A organização pecou em alguns pontos. Acreditam que os seguranças estavam exigindo CPF ou RG de estrangeiros? E quando argumentavam que estrangeiros não tinha nem um e nem outro, mas passaporte, os seguranças continuavam exigindo CPF ou RG? É de chorar, né?
E, como SEMPRE, não segui meu horário, mas me saí melhor do que a encomenda:
- Não consegui ver o Tiga porque cheguei no meio do set e desencanei de ir até a tenda
- Vi o DJ Marlboro (que tocou O MESMO SET que ele havia tocado no Lov.e no sábado anterior)
- Desisti da Deize Tigrona (bateu um arrependimentozinho, mas o raio do caminhão estava se andando e tinha uma multidão atrás, deu preguiça).
- Vi o finalzinho do set do Gil Barbara que ARRASOU.
- Vi LCD SounSystem de pertinho (quase grudei na grade, mas tenho que confessar que eles não me empolgam muito apesar de ser uma grande banda).
- Vi Timo Maas, que colocava umas músicas bem chatas de vez em quando.
- Vi Sven Vath, mas era mais chato que o Timo Maas.
- Passei várias vezes pela tenda de Drum and Bass só para constatar que detesto mesmo esse gênero.
- Passei duas vezes pela Tribe, o palco de trance, só para constatar que amo mesmo esse gênero (e agora tenho a companhia da Ju para surtar comigo - OBA! - estava há 10 anos esperando alguém...
- Assisti o final do Spitfire, esse da foto, que foi o MELHOR do Skol Beats. Eles vieram como banda completa, com DJs, percussionista, guitarrista e vocalista. Guardem esse nome que eles vão estourar. Tentei achar uma música deles para colocar aqui, mas não consegui. Então vejam lá: http://hypno.uol.com.br/2004/artistas.asp?artista=53
- Desencanei do Plump DJs porque estava sem pique.
- Ouvi uns 10 minutos de Armin van Buuren, mas não tinha mais condições físicas e psicológicas para alguma coisa.
- Prodigy? Nem tentei, só se eu quisesse ser pisoteada. Não, ainda tenho amor a minha vida.
Nunca falei, mas confesso agora: não gosto de festivais. São muitas atrações tocando no mesmo horário, me dá neuras, e os sets são curtos demais para os DJs poderem desenvolver algo decente. Não gosto de festivais, mas mesmo assim eu vou, assim como gosto de contos, mas não gosto de livros de coletâneas de contos. Prefiro me aprofundar, sabe? Ver algo com começo, meio e fim e me concentrar naquilo. Não gosto de "samples" e lasquinhas que festivais e coletâneas nos dão.
Por que eu vou aos festivais? E por que eu leio livros de coletâneas? Porque são um bom caminho para eu conhecer um músico, um DJ ou um autor que eu ainda não conheço. Depois eu vou atrás de mais.
E agora eu vou é atrás do Spitfire e tenho dito.
Como não achei musiquinha do Spitfire, vai Blackiack, dos Plump DJs...

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